novas regras para bagagem

Conheça quais são as novas regras para bagagem em aeroportos

Você sabia que desde 2017 a Anac aplica novas regras para o transporte aéreo? Dentre elas, as mais importantes dizem respeito às novas regras para bagagem.

As franquias não acabam, mas agora há mais opções de escolha. Isso pode fazer toda a diferença na compra da passagem, especialmente com o aumento da operação de companhias low cost no país. Veja quais são as novas regras para bagagem que você precisa conhecer para fazer boas escolhas ao marcar sua próxima viagem — seja ela a trabalho, seja ela a lazer.

Quais são as novas regras para bagagem?

Com as mudanças, cada companhia aérea tem a liberdade para cobrar por bagagens despachadas. O tipo de passagem também influencia, pois se você viaja em classes premium poderá ter vantagens, como bagagens extras gratuitas.

Bagagem de mão

Em voos nacionais é permitida gratuitamente uma bagagem de 10 Kg e mais um item pessoal, que configura, por exemplo, uma mochila com computador ou um carrinho de bebê. As dimensões permitidas devem respeitar os limites de aproximadamente 55 cm de altura x 35 cm de largura x 25 cm de profundidade.

Já em rotas internacionais, as dimensões podem ser diferentes, mas geralmente o peso e a quantidade são os mesmos.

A regra varia de acordo com as companhias aéreas, por isso é importante comparar as passagens considerando o preço das bagagens. É preciso também ter atenção ao que as companhias internacionais oferecem, pois suas normas podem ser diferentes das brasileiras.

De toda forma, é bom relembrar que toda bagagem que não estiver com as dimensões da companhia aérea ou dentro do peso adequado, deverá ser despachada e ser paga à parte.

Itens não permitidos

A Anac tem uma série de itens não permitidos em bagagens de mão, como objetos cortantes e produtos inflamáveis. Além disso, artigos especiais, como equipamentos de esporte, entram como bagagem despachada.

Bagagem despachada

O que se aplica em bagagens despachadas são passagens mais caras — que permitem uma ou mais bagagens despachadas de forma “gratuita” — e passagens baratas, que exigem que você despache a sua mala por meio do pagamento de uma taxa.

Para saber qual escolher, você deve simular as diferentes opções em cada companhia aérea. Às vezes pagando mais caro você também tem acesso a outros serviços de seu interesse.

Em relação ao peso, uma mala despachada deve ter 23 Kg com medidas máximas de 158 cm. Mas o valor pago para o despacho pode sofrer diferença por causa do canal de aquisição. O valor no guichê na hora do voo, por exemplo, pode ser o dobro do adquirido pela internet com antecedência. As taxas variam de R$ 30 a R$ 120 por volume e também de acordo com a companhia aérea. Pense nisso!

Qual é o valor de uma bagagem despachada?

Se você precisa despachar uma mala ou tem malas extras, os valores também variam de acordo com a companhia aérea e o destino.

Para voar dentro do Brasil você pagará de R$ 30 a R$ 60 pela internet ao comprar com antecedência. Valores de R$ 80 a R$ 120 são aplicados no balcão ou a partir de 48h antes do voo, portanto a melhor decisão é evitar adquirir bagagem em cima da hora.

Esses valores são referentes a uma mala, mas se você tem mais bagagens, as companhias aéreas podem cobrar tarifas mais altas, independentemente do destino. Essas taxas podem ser o dobro da mala anterior. Por exemplo, se você paga R$ 60 pela primeira mala, a segunda poderá custar R$ 120 e a terceira R$ 240.

Em voos internacionais, o que dita o preço é o destino. Algumas companhias permitem uma ou duas bagagens gratuitas se você vai para a Europa ou Estados Unidos; outras cobram à parte.

Para a América do Sul, as empresas aplicam as taxas nacionais ou cobram em dólar. Os valores em dólar podem variar de US$ 20 a US$ 100.

Para não pagar peso extra e aproveitar o peso da primeira bagagem, é importante também fazer uma mala sem itens desnecessários.

As novas regras para bagagem deram mais liberdade para as companhias aéreas, mas também mais opções de escolha para os passageiros. Com as companhias low cost, por exemplo, mesmo pagando para levar bagagem, o valor final pode compensar pela passagem ser mais barata.

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